Por
que hoje há guerra onde antes palavras flertavam alegremente umas com as
outras? Por que hoje é tão difícil colocar ordem ao caos e dizer tudo aquilo
que precisa ser dito? O dono dos dedos de hoje tem mais conhecimento, mais experiência,
mais maturidade. Não deveria ser mais fácil agora? Não, infelizmente não! Quanto
mais “certezas” o dono dos dedos consegue obter acerca da vida, mais incertezas
batem à sua porta buscando refúgio. O pior é que ele as aceita...
de.va.nei.o [s.m.] 1. Ato ou efeito de devanear; 2. Produto ou capricho da imaginação, fantasia, ilusão, quimera, romancice; 3. Imaginação irrefreável, delírio, desatino, desvario; 4. Projeto irrealizável, sonho, utopia; 5. (psic) Sonho diurno.
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Primeiro passo
Dedos sobre as teclas e inúmeros
pensamentos confusos fazendo guerra em solo que outrora foi fértil. Essa seria
a descrição ideal da cena que a luminária de mesa assistia todas as noites nos
últimos três ou quatro anos, mas algo está faltando, algo passou despercebido
aos olhos atentos da luminária testemunha. O ser dono dos dedos também possuía um
coração. Por vezes negligenciado, tímido e esquecido, mas estava lá... E batia!
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