O dia era chuvoso e o clima levemente frio. No ar o cheiro da terra molhada se misturava ao aroma do café que ele acabara de fazer. Como de costume, pegou uma xícara do café e caminhou em direção à rede que se encontrava pendurada em um canto da varanda. Tudo indicava que aquele seria um dia comum, mas algo lhe chamou a atenção antes que pudesse chegar à rede.
Era um casaco pendurado no encosto de uma das cadeiras. Um casaco fino, tipicamente feminino. Tomou-o pelas mãos e levou ao rosto como se quisesse sentir o perfume da pessoa que outrora o estava usando.
De imediato reconheceu o perfume. Percebeu também que seu coração naquele momento batia mais rápido e sua mente passeava por lembranças das quais ele desejava nunca esquecer.
Alguns minutos se passaram e ele continuou ali, abraçado àquele casaco como quem abraça a pessoa amada, até que uma ligação recebida interrompeu o momento mágico. O nome mostrado no identificador o fez sentir o frio com mais intensidade. Percebeu que não tinha escolha e atendeu ao telefone dizendo:
- Oi, meu amor...
Era um casaco pendurado no encosto de uma das cadeiras. Um casaco fino, tipicamente feminino. Tomou-o pelas mãos e levou ao rosto como se quisesse sentir o perfume da pessoa que outrora o estava usando.
De imediato reconheceu o perfume. Percebeu também que seu coração naquele momento batia mais rápido e sua mente passeava por lembranças das quais ele desejava nunca esquecer.
Alguns minutos se passaram e ele continuou ali, abraçado àquele casaco como quem abraça a pessoa amada, até que uma ligação recebida interrompeu o momento mágico. O nome mostrado no identificador o fez sentir o frio com mais intensidade. Percebeu que não tinha escolha e atendeu ao telefone dizendo:
- Oi, meu amor...
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